terça-feira, 10 de agosto de 2010

Fungos na produção de bebidas

Ainda se referindo à bebidas, os vinhos e espumantes são outras obras gastronômicas produzidas por fungos. Produzir vinhos ainda é visto como arte em algumas partes da França, como Bordeaux e Burgundy. Mas para se produzir os melhores, apenas algumas variações da Vitis vinifera são utilizadas. Além disso, o clima e o tipo de solo são características determinantes na qualidade do vinho. Mas o aspecto que nos interessa mais são os fungos empregados na sua produção. Novamente a Saccharomyces cerevisiae é o protagonista, porém geralmente se utiliza sua variação ellipsoideus. O estágio fermentativo crucial dos vinhos foi elucidado para a ciência através do cientista francês Louis Pasteur, através do seu clássico artigo ‘Études sur le vin’, publicado em 1866. A França é o principal produtor (não só levando em conta a quantidade produzida, mas também, a qualidade de seus vinhos), porém podemos mencionar também a África do Sul, Austrália, Argentina, Alemanha, Chile e Hungria.
Bebidas mais fortes, como o whisky também possuem fermentação realizada por leveduras. O Scotch Whisky, um dos mais consumidos, é produzido a partir da fermentação da cevada, porém outros grãos possam ser utilizados, como o milho no caso do Bourbon Whisky.

Fonte:

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Projeto Copa 2010
Pesquisa sobre Reservas Ambientais de alguns países que participaram desta competição.

Fauna e flora da África do Sul

A flora da África do Sul varia de acordo com o nível precipitações. A costa oriental, onde as chuvas são mais abundante, é caraterizada por uma vegetação tropical, enquanto sobre o litoral meridional dominam as coníferas, os louros do Cabo e os encantos. O Highveld, quase inteiramente déboisé, é coberto de pastos. No Transvaal, a vegetação da bandeja aparenta-se mais à savane, o oeste coberto de uma vegetação típica das zonas áridas.
A fauna sul-americana comporta numerosos mamíferos, incluindo o leão, a zebra, o leopardo, o macaco, o babuino, hipopotamo e o antílope. Hoje, a maior parte entre eles encontra-se unicamente nas reservas naturais, sendo um dos seus mais notáveis o parque nacional Kruger, jouxtant a fronteira do Moçambique. As águas frias do litoral sul-americano são muito poissonneuses.O subsolo constitui a principal riqueza da África do Sul, que possui mais importantes as reservas mundiais de platina, de cromo, de manganês e deberto em 1886.A África do Sul fornece o terço da produção mundial de ouro. O urânio é extraído igualmente no Witwatersrand. Importantes jazigos de carvão são explorados ao Transvaal e Natal. A África do Sul é o quinto produtor de diamantes, do qual a maior parte provem da região de Kimberley. O subsolo sul-americano é também rico cobre, níquel, amianto, cromo, flúor, fosfatos, em vanádio, estanho, titânio e minério de ferro; em contrapartida, falta de reservas de hidrocarbonetos.Os constrangimentos do meio natural são vinculados essencialmente à falta de água e o relevo. Com efeito, as precipitações são raras e sobretudo irregulares causando períodos de seca. Além disso, o relevo, marcado por fortes inclinações, e a altitude provocam uma redução da percentagem das terras cultiváveis.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Fauna e Flora na Coréia do Norte


Existe uma variada e rica fauna graças às especiais condições climáticas da Península Coreana, com mais de 210 famílias com 3.347 espécies.

A península está dividida em três regiões botânicas: a região norte caracterizada pela abundante flora alpina com abetos, pinhos, robles, hayas, cedros e abedules. Na região central abundam os pinhos e plantas de folhas caducas como hayas, robles e castanhos, fresnos, sauces, tilos, bananas e rododentros. Na região do sul existe uma variedade de camélias, azaléias e gincos. Também há abundância de brejos e plantas medicinais como o famoso ginseg.

A fauna do país está representada pelo urso preto, ratos campestres mandarines, pássaros carpinteiros, veados e uma grande variedade de faisões. Existem perto de 379 espécies de aves (das que 226 são migratórias), 130 de peixes, 14 de anfibios e 25 de répteis. O animal mais representativo é o tigre, apesar de já não existir na realidade, permanece em inumeráveis lendas e mitos. Outro animal importante é o cão de Chindo, original da ilha de Chindo, ao sudeste da Coréia.



terça-feira, 3 de agosto de 2010

Reserva Natural na Espanha


O Parque Nacional do Teide é um parque espanhol localizado nas Ilhas Canárias onde tem um vulcão aparentemente adormecido (aparentemente). Por isso, ele é bastante perigoso, já que a qualquer hora ele pode entrar em uma erupção violenta que resultaria na morte de qualquer pessoa a um raio de 420 quilômetros. Ele é um patrimônio mundial, e não atrai muitos turistas.


Diferente dos outros patrimônios, ele não atrai turistas porque é apenas uma ruína velha, mas sim porque ninguém é idiota a ponto de visitar um vulcão (com algumas exceções, entre elas suicidas e malucos). Ainda mais um vulcão gigante. O Teide (apelido do negócio), além de vulcão, ele é uma das montanhas mais altas da Europa, o qe indica que suas erupções são muito destrutivas (algo em torno de 3 RhK).
O território do parque nacional surgiu quando uma grande quantidade de magma ou lava submetido a alta pressão atravessou a crosta terrestre e expeliu um jato de fogo no meio do oceano. A água do mar resfriou o jato de magma, que se solidificou e se transformou em uma das Ilhas Canárias. Como uma espécie de cicatriz de nascimento, a ilha tem um pico com um buraco no meio, mais conhecido como vulcão.

Os dias por lá eram normais, menos quando havia uma erupção vulcânica. Porém, depois que os humanos descobriram o lugar, muitos emos, malucos e seres insanos em geral passaram a visitar o parque para morrer em alguma erupção. Com exceção dos emos e malucos, o governo espanhol queria evitar mortes. Para isso, ele cria um parque nacional em volta do vulcão, proibindo quase qualquer pessoa de entrar na área demarcada, com risco de morte.

A UNESCO, para proteger ainda mais a área do parque contra o acesso de pessoas que não sabem do perigo, o transforma em patrimônio mundial. A desculpa dos caras para a criação do parque é que ele abriga uma grande variedade de espécies animais e vegetais raros. Mas é impossível um ser vivo sobreviver na região por muito tempo, já que a qualquer hora ocorre uma erupção vulcânica que mata todo mundo.

Reservas Ambientais em Portugal


Parque nacional
Refere-se a uma área pouco alterada pelo homem, com ecossistemas pouco alterados pelo homem, amostras de regiões naturais características, paisagens naturais ou humanizadas, locais geomorfológicos ou habitats de espécies com interesse ecológico, científico e educacional.
É equivalente ao nível II (National Park) da classificação da IUCN, que a define como sendo uma área terrestre e/ou marinha designada para: proteger a integridade ecológica de um ou mais ecossistemas, para a presente e futuras gerações; excluir a exploração ou ocupação contrárias aos propósitos que levaram ao estabelecimento da área; providenciar fundações para oportunidades espirituais, científicas, educacionais, recreativas e de visitação, todas elas ambiental e culturalmente compatíveis.
Existe apenas um parque nacional em Portugal, o Parque Nacional da Peneda-Gerês.
Parque natural
Área que se caracteriza por conter paisagens naturais, seminaturais e humanizadas, de interesse nacional, sendo exemplo de integração harmoniosa da actividade humana e da Natureza, e que apresenta amostras de um bioma ou região natural.
Em Portugal existem 14 Parques Naturais:
Montesinho
Douro Internacional
Litoral Norte
Alvão
Serra da Estrela
Tejo Internacional
Serras de Aire e Candeeiros
Serra de São Mamede
Sintra-Cascais
Arrábida
Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina
Vale do Guadiana
Ria Formosa
Reserva natural


Reserva Natural das Berlengas
Área destinada à protecção de habitats da flora e fauna.
Dunas de São Jacinto
Reserva Natural das Ilhas Desertas
Serra da Malcata
Paul de Arzila
Berlengas
Paul do Boquilobo
Estuário do Tejo
Estuário do Sado
Lagoas de Santo André e de Sancha
Sapal de Castro Marim e Vila Real de Santo António
Monumento natural
Ocorrência natural contendo um ou mais aspectos que, pela sua singularidade, raridade ou representatividade em termos ecológicos, estéticos, científicos e culturais exigem a sua conservação e a manutenção da sua integridade.
Ourém / Torres Novas
Carenque
Pedreira do Avelino
Pedra da Mua
Lagosteiros (os dois últimos integrados no Parque Natural da Arrábida)
Área com paisagens naturais, seminaturais e humanizadas, de interesse regional ou local, resultantes da interacção harmoniosa do homem e da Natureza que evidencia grande valor estético ou natural.
Serra do Açor
Paisagem Protegida da Arriba Fóssil da Costa de Caparica
Corno do Bico
Serra de Montejunto
Lagoas de Bertiandos e São Pedro de Arcos
Paisagem Protegida da Albufeira do Azibo
Paisagem Protegida Regional do Litoral de Vila do Conde e Reserva Ornitológica de Mindelo

Reservas Ambientais na Costa do Marfim


As comunidades da selva marfinense de Tanoe trabalham para obter o status de Reserva Natural Voluntária, a primeira neste país da África ocidental.

Autoridades mantêm uma série de reuniões com chefes de aldeias locais, profissionais e outros envolvidos a fim de estabelecer os passos a seguir para obter a autogestão. Ecologistas e ativistas desta localidade frearam a instalação de uma grande empresa agroindustrial na selva pantanosa de Tanoe,de grande diversidade biológica.

No começo dos trabalhos de limpeza para plantar palma surgiu a voz de alarme. Ativistas de diferentes partes do mundo uniram-se à população local, incluindo profissionais que mandaram várias cartas de protesto às autoridades da Costa do Marfim. “O projeto pode levar ao desaparecimento de várias espécies de animais e plantas típicas da selva de Tanoe”, disse Inza Koné, coordenador do programa de Pesquisa e Ação para Salvaguardar os Primatas da Costa do Marfim (Rasap-CI), do Centro Suíço de Pesquisas Cientificas na Costa do Marfim.

A selva fica entre a lagoa Ehy e o rio Tanoe, fronteira natural entre este país e Gana. Três espécies de primatas da África ocidental ameaçadas se encontram na selva de Tanoe: colobo bayo de Miss Waldron, o cercopiteco diana roloway e o mangabey cinza. Também integram uma lista mundial de 25 simios em risco de extinção, explicou Koné. A selva também abriga 179 espécies de pássaros, e cerca de 60 delas exigem proteção, e 279 de plantas, incluídas 33 que preocupam os conservacionistas, segundo o Rasap-CI.

“Nos surpreendeu o início de um projeto que destruiria a selva sem que fosse feito um estudo de impacto ambiental e social porque as leis da Costa do Marfim são muito claras a respeito”, disse Koné, que liderou a oposição ao projeto de palma para produzir óleo. No final de 2007, soube-se que a Palmeraies de Cote d Ivoire (Palm-CI), uma grande companhia marfinesa de palma e associada ao Grupo Unilever, levaria adiante um projeto agroindustrial de US$ 40 milhões na selva numa área de mais de seis mil hectares.

A empresa prometeu criar mil postos de trabalho no setor agrícola e 300 no industrial. Mas o projeto foi rejeitado por unanimidade por ecologistas e comunidades locais. As autoridades haviam determinado em abril do ano passado que a selva de Tanoe é uma reserva natural, disse um funcionário do Ministério de Conservação que pediu para não ser identificado. O governo se opôs ao projeto, mas, diante dos investimentos tentaram forjar um acordo com as autoridades de Adiaké, distrito onde fica a selva de Tanoe. “Nunca poderemos compensar a perda da selva. O custo do prejuízo será mil vezes superior aos benefícios do empreendimento”, explicou Koné. Rasap-CI não se opõe ao desenvolvimento econômico, mas pretende conservar a natureza, afirmou.

Além das espécies que abriga, é o último território intacto na zona sudeste deste país e é importante para conter a mudança climática. “O fato de a selva ficar em um terreno alagadiço lhe dá o dobro de importância, pois permite fixar o dióxido de carbono, o que freia o aquecimento global e atenua as consequências da redução de chuvas e conseqüente diminuição na produção dos pequenos agricultores locais”, disse Koné.

“É um símbolo para nós e estamos felizes por contribuirmos para sua proteção”, disse Patrice Abwa, pescador de 45 anos da aldeia de Kadjakro. “Também há lugares onde pescar. A selva tem uma enormidade de recursos graças à sua preservação. Os incentivos financeiros dos investidores eram significativos, mas mudamos de opinião ao conhecermos os detalhes dos benefícios obtidos pela preservação da selva e diante da possibilidade de conflitos pela propriedade e pelo uso da terra”, acrescentou Abwa.

O produtor de palma Mathieu Yao, de 48 anos, concorda com o pescador. “Nossa oposição ao projeto obedeceu ao nosso próprio interesse. Dependemos da agricultura de pequena escala e da pesca e todos estamos conscientes de que a produção deve ajudar a manter a selva. Optamos por defendê-la”. Segundo Yao, “perdemos do ponto de vista econômico, mas ganhamos ecologicamente. Os moradores da região compreenderam o valor da selva e creio que seu interesse em protegê-la não se desfez”.

À espera de receber o status de Reserva Natural Voluntária são realizadas diversas atividades de capacitação, prospecção antropológica, sócio-econômicas e biológicas, atividades de sensibilização e iniciativas de apoio ao desenvolvimento das comunidades locais.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Ecologia no Brasil


Brasil


1.Espécies brasileiras ameaçadas, espécies da fauna e da flora brasileiras que estão sob ameaça de extinção.

A lista oficial das espécies da fauna brasileira ameaçada de extinção (publicada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, Ibama, em fevereiro de 1989) registra 57 mamíferos (entre eles o guariba, o mono-carvoeiro, o mico-leão-dourado, o lobo-guará, a jaguatirica, a lontra, a onça-pintada; a ariranha, o tamanduá-bandeira, o tatu-canastra, a preguiça-de-coleira, o peixe-boi (amazônico e marinho), a baleia-branca e a toninha); 108 aves (como o macuco, o socó-boi, o flamingo, o gavião-real, o mutum-do-nordeste, a jacutinga, a ararinha-azul, o pintor-verdadeiro, a choquinha); nove répteis (entre os quais a tartaruga-verde, a tartaruga-de-couro e a tartaruga-de-pente; a surucucu e o jacaré-de-papo-amarelo); e 32 insetos (na maioria borboletas e libélulas).

Apesar de teoricamente essas espécies estarem sendo protegidas, infelizmente na prática o poder público no Brasil não consegue implantar mecanismos de fiscalização eficientes para impedir a destruição do ambiente natural e a caça e a pesca indiscriminadas. Poucos são também os projetos isolados que têm conseguido proteger espécies ameaçadas. Entre eles, destacam-se o projeto Mico-leão-dourado, na reserva de Poço-das-Antas, município de Casimiro de Abreu, no estado do Rio de Janeiro; e o projeto Tamar, que está conseguindo reduzir o risco de extinção de cinco espécies de tartarugas-marinhas.

Entre os esforços para restaurar a fauna, convém salientar também o trabalho de Augusto Ruschi com beija-flores.

2.FLORA

A lista oficial de espécies da flora brasileira ameaçada de extinção foi publicada pelo Ibama em janeiro de 1992. Consta de 107 espécies, entre as quais destacam-se 15 bromélias e gravatás, 8 orquídeas, o jacarandá-da-bahia, a castanheira-do-brasil e o pinheiro-do-paraná.

A lista oficial considera extintas duas espécies: a Simaba floribunda e a Simaba suaveolens, arbustos recolhidos por Saint-Hilaire em Minas Gerais em 1823 e que nunca mais foram encontrados pelos botânicos. Provavelmente seus hábitats foram destruídos há muito tempo.

A Sociedade Botânica do Brasil, no estudo Centuria Plantarum Brasiliensium Exstintionis Minitata, classifica 41 espécies na categoria Em perigo (isto é, seus números foram reduzidos a um nível critico ou seus hábitats foram tão drasticamente reduzidos que sua sobrevivência é improvável). As demais estão nas categorias Vulnerável, Rara e Indeterminada. (Ver Espécies ameaçadas).

Como aconteceu com as duas espécies extintas que Saint-Hilaire registrou, muitas das plantas ameaçadas correm o risco de desaparecer sem deixar sequer um nome que o povo porventura lhes tenha dado: não têm nomes comuns. Se algum dia os tiveram, perderam-se no tempo.

3) Unidades de conservação

Conjunto de áreas legalmente estabelecidas pelo poder público, que objetivam a preservação do meio ambiente e das condições naturais de certos espaços territoriais do país. A atual tipologia das Unidades de Conservação da Natureza adotada pelo Brasil abrange os Parques Nacionais e Estaduais, Parques Florestais, Parques Ecológicos, e as Reservas: Biológicas, Ecológicas, Florestais e Extrativistas, onde podem estar inseridas unidades menores como as Estações Ecológicas, Áreas de Proteção Ambiental (APA), Áreas de Relevante Interesse Ecológico (ARIE), Áreas sob Proteção Especial (ASPE), Monumentos Naturais e Reservas do Patrimônio Mundial.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Protozoário


Os protozoários, seres cujo tamanho pode variar entre 2 e 1000 μm, são organismos exclusivamente unicelulares, ou seja, formados por uma única estrutura celular, sendo a maioria heterotrófica. Portanto, não consegue converter (sintetizar) matéria orgânica a partir da inorgânica, necessitando absorver os nutrientes do meio externo.

São organismos com ampla dispersão em ambientes úmidos e aquáticos, com espécies de vida livre e outras parasitárias de invertebrados e vertebrados.

Podem causar doenças, por exemplo: Tricomonas vaginales, parasita da vagina das mulheres; e a doença de Chagas, transmitida pelas fezes do inseto chamado barbeiro ou chupança (Triatoma infestans), defecando nas proximidades do local onde o mesmo picou o hospedeiro, permitindo que o agente etiológico (protozoário da espécie Tripanosoma cruzi) penetre na corrente sangüínea através do orifício causado pela picada.

Outras espécies são simbiontes, como é o caso do gênero Trichonympha que sobrevive no trato digestório (intestino) de cupins, auxiliando na digestão da celulose.

Esses animais, anteriormente agrupados no Filo Protozoa, após a reorganização taxonômica das espécies, foram incluídos no Reino Protista. Esse agrupamento determinou quatro Filos para esse Reino, tendo como ênfase a mobilidade dos organismos conforme a atuação do mecanismo locomotor e seus anexos.

A classificação dos protozoários segundo o sistema locomotor:

Filo Sarcodina → locomoção caracterizada pela emissão de pseudópodes (Entamoeba histolítica);
Filo Mastigophora → deslocamento por propulsão flagelar (Trypanosoma cruzi e Trichonympha);
Filo Ciliophora → movimentação mantida por curtas e numerosas estruturas ciliares (Paramécium);
Filo Sporozoa → não possui apêndices locomotores, sua dispersão é realizada através de esporos (Plasmodium vivax, causador da malária).

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Bactéria

As bactérias são unicelulares e seu material genético (DNA)não está separado do citoplasma, por uma membrana, como nas células, as bactérias não possuem núcleo.
A maioria das bactérias são heterotróficas, isto é, alimenta-se se substancias orgânicas que obtêm do ambiente.

terça-feira, 8 de junho de 2010