segunda-feira, 31 de maio de 2010

Viagem de Estudos

No dia 05/05/10 nós, alunos do 7 ano 01 fomos visitar duas empresas que trabalham com o processo de reciclagem de resíduos.
A primeira a ser visitada foi a EDEPEL, chegamos lá ás 8h37 da manhã.
Eles separam papel, plástico e papelão.Também trituram parte do plástico para fazer baldes e sacolas de lixo.Trituram copos e outros plásticos e vendem a outras empresas empresas.
A Transpézia trabalha com terraplanagem e caçambas que recolhem resíduos de construções.
O material recolhido e separado e dividido em células:
A primeira célula separa os reciclaveis que depois são separados e vendidos.
A segunda célula compreende os concretos, o ferro e tijolos.Eles separados e guardados.
A terceira célula compreende o barro.Ele é recolhido de diferentes lugares e depositados no pátio da empresa.
A quarta célula são as podas que tem como compenente a madeira, galhos de árvores e outros.Amadeira é triturada e vendida para a Seara Alimentos e com as folhas é feita a compostagem.
O lixo tóxico é separado dos demais resíduos e encaminhado para ao aterro sanitário de Joinville.
Cada lixo tem que ter um destino correto.Faça o certo com o seu.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Classificação Cíentifica

Nome:Tigre-dentes-de-sabre
Nome Científico:Smilodon
Reino:Animalia
Filo:Chordata
Classe:Mammalia
Ordem:Carnívora
Família:Felidae
Género:Smilodon
Espécie:Smilodon populator


Smilodon, popularmente conhecido como Tigre-dentes-de-sabre, é um felino extinto, pertencente à subfamília Machairodontinae.

Apesar de comum, esta nomenclatura é incorrecta, porque o Smilodon não é um antecessor do tigre, nem lhe está directamente associado.

O Smilodon surgiu no Plioceno (três milhões de anos atrás), sendo provavelmente um descendente do dente de sabre mais antigo Megantereon, e viveu na América do Norte e América do Sul até há dez mil anos.

O gênero Smilodon foi descrito em 1841 pelo naturalista dinamarquês Peter Wilhelm Lund, que encontrou os primeiros fósseis da espécie Smilodon populator nas cavernas de Lagoa Santa (Minas Gerais).

Estes felinos variavam bastante em tamanho, mas a espécie maior, sul-americana, Smilodon populator tinha exemplares que mediam mais de três metros de comprimento e pesavam cerca de 400 quilogramas, sendo maiores e mais robustos do que um leão adulto.

Eram estritamente carnívoros, e os seus dentes caninos superiores podiam medir até vinte centímetros de comprimento. Possuiam uma articulação especial da mandíbula que a permitia abrir num ângulo de até 95°.

Parece que este desenvolvimento dos caninos permitia ao animal, que possuía patas dianteiras extremamente musculosas para imobilizar a presa, dar uma mordida na garganta da sua vítima que rompia rapidamente os vasos sanguíneos e fechava a traquéia, acelerando a morte e evitando cuidadosamente uma mordida na coluna que faria com que os caninos se partissem ao chocarem-se contra ossos.

Subsidiariamente, os incisivos destes animais encontravam-se projetados para a frente, para permitir-lhes cortar a carne de suas presas já mortas sem lesionar os seus caninos, o que fazia com que estes felinos apresentassem uma face mais comprida do que as espécies modernas do mesmo porte.

Há evidências de que os Smilodon tivessem um comportamento de grupo, semelhante ao dos leões, dado que exemplares fósseis apresentam fraturas consolidadas, evidenciando que possam ter partilhado de presas abatidas por outros exemplares da espécie até se curarem de suas lesões.

A maioria dos fósseis de Smilodon, em diversos estados de preservação, vem dos poços de betume de La Brea em Los Angeles (EUA).